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Em dia de almoço de Natal dos Pensionistas de Fafe, PCP denuncia falta de apoios


Este sábado realiza-se o já tradicional almoço de Natal dos reformados e pensionistas de Fafe.

Aproveitando a ocasião, o gabinete de trabalho do Partido Comunista Português de Fafe veio a público denunciar a ausência de apoios para esta franja da população, face ao aumento do custo de vida.

Na nota enviada à imprensa, os comunistas de Fafe relembram que "a inflação está numa escalada tremenda, que significa a desvalorização dessas mesmas reformas e pensões, com o aumento custo de vida particularmente em bens tão importantes para combater o frio, como a energia (os combustíveis, o gás, a eletricidade) ou o aumento dos preços na alimentação e rendas, situação que exige respostas urgentes.

A opção política tem sido a de não dar as respostas necessárias como a monitorização e controlo de preços, a necessária valorização das reformas e pensões, a redução do IVA na eletricidade e gás para 6%, a limitação dos aumento das rendas, incluindo em novos contratos, ou medidas de elementar justiça como a 40 anos de descontos corresponder uma reforma sem cortes."

O PCP de Fafe recorda que o seu grupo parlamentar na Assembleia da República propôs uma série de medidas para apoiar os reformados e pensionistas, medidas essas que foram rejeitadas "Propusemos um aumento de 8% do valor das pensões (com um mínimo de 50€) procurando valorizar o poder de compra deste setor da população: os deputados do PS e IL votaram contra, os do PSD abstiveram-se. Para uma maior proteção social. Propusemos que ao fim de 40 anos de descontos a reforma deveria ser atribuída sem cortes, independentemente da idade: os deputados do PS, PSD e IL votaram contra. Propusemos a redução do IVA, eletricidade e gás para 6%, os do PS e PAN votaram contra, os do PSD abstiveram-se. Propusemos a criação de um regime de preços máximos, a aplicar a um Cabaz Alimentar Essencial, que defina um preço de referência para cada um dos produtos, com base nos custos reais e numa margem não especulativa, proibindo a venda a um preço superior sem justificação atendível, os do PS, PSD, IL e Chega votaram contra os do PAN abstiveram-se."




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