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PALHA_NA_LÃ_NO_LINHO

Palha_na_Lã_no_Linho é a exposição que resulta da residência artística "experimentar o têxtil" com as artistas Cindy Steiler, Mónica Faria e Patrícia Oliveira, e que é inaugurada no próximo sábado, 18 de maio, pelas 17h30, no Arquivo Municipal de Fafe.

Ainda no âmbito das iniciativas ‘Experimentar o têxtil’ realizadas no território do Vale do Ave pela bienal Contextile, com o propósito de ligar as diversas realidades do têxtil entre si e ligar os públicos e as comunidades aos processos de criação em torno do têxtil, precede a inauguração da exposição Palha_na_Lã_no_Linho, entre as 15 e as 17h30, nos Jardins do Arquivo Municipal, as Oficinas de Experimentação e Criação com a presença de artesãos locais e as artistas Cindy Steiler, Mónica Faria e Patrícia Oliveira, onde será abordado o Entrelaçado de Palha, Feltragem, CianoLinho e a Tecelagem com Linho.

 

Palha_na_Lã_no_Linho é a personificação de um ciclo próprio que pulsa em Fafe. 

É o nome que dá vida à exposição, resultado da residência artística "experimentar o têxtil" com as artistas Cindy Steiler, Mónica Faria e Patrícia Oliveira, numa relação criativa e colaborativa com e na comunidade territorial do concelho.

Um programa em parceria entre Município de Fafe e a bienal Contextile, e com o apoio da DGArtes.

Conhecer o território e envolver-se no seu ritmo é encontrar constantemente o pulsar de um fazer antigo que se quer renascido, reencontrado, recontado sobre as fibras da palha de centeio, da lã e do linho.

Essa curiosidade pelo interesse de conhecer o outro, o novo e o antigo impele-nos a uma busca incessante de entender técnicas, perceber espaços, lugares, pessoas nesse semear, lavar, entrançar, fiar, tecer com as suas dinâmicas e identidades próprias.

Caminhar pelas aldeias de Fafe, sentar com grupos de produção artesanal local e falar nos espaços que carregam a memória do fazer, urge a sua ativação e valorização que faz desta residência uma reincidência. De quem já cá esteve, mas quer voltar e revoltar, movida pelo desejo de participar e partilhar processos pluridisciplinares, em busca de sentido para uma visão coletiva que o trabalho com as fibras emana.

 



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