leclerc.jpg
iesfafe-01.jpg
Image1.jpg
LOGO ERA SITE.jpg
LOGO ACR SITE.jpg
LOGO SITE.png
municipio%20frafe%2008_edited.jpg
logo_Hermotor Quadrado preto.png
VACINAS SITE.jpg
INTERMARCHE LOGO SITE.jpg
Logo JP 2020.jpg
logo faftir site.jpg
  • Redação

Morreu o Maestro José Atalaya.

Faleceu, na passada sexta-feira, o Maestro José Atalaya, aos 93 anos, vitima de problemas cardíacos, num hospital de Lisboa.

Grande figura da cultura portuguesa, José Atalaya, casou com uma fafense, natural de Fareja, acabando por estabelecer uma relação afetiva com Fafe, tendo sido criada uma Academia de Música com o seu nome.


A este propósito, o Município de Fafe, colocou uma mensagem na sua página oficial do Facebook.

“Foi com profundo pesar que a Câmara Municipal de Fafe tomou conhecimento do falecimento do Maestro José Atalaya. A vida desta que é uma das figuras maiores da cultura portuguesa do nosso tempo estará para sempre ligada à nossa terra pela sua pessoal intervenção na criação de uma Academia de Música que viria a ter o seu nome. A iniciativa foi promovida pela Câmara Municipal de Fafe, em 1998, com o seu acompanhamento e direção e, desde aí, se tem afirmado como uma importante instituição para a formação de crianças e jovens no âmbito da música no panorama nacional.

A memória do Maestro José Atalaya ficará marcada por todo o seu contributo enquanto maestro e compositor, mas também como pedagogo, e pela forma única como aproximava o público das diferentes formas de expressão musical.

José Atalaya ingressou, em 1951, como assistente musical, na antiga Emissora Nacional, onde colaborou com o compositor Pedro do Prado (1908-1990) e o João da Câmara (1905-1978), e iniciou um percurso de divulgação que se estendeu à RTP e a diferentes palcos nacionais, através de programas como "Quinzenário Musical" e "Semanário Musical", que manteve durante mais de 15 anos e que, em 1971, em entrevista, considerou um dos seus trabalhos "mais apaixonantes". Foi diretor da Antena 2 e maestro titular da orquestra sinfónica da RDP/Porto e conselheiro artístico de "Lisboa, Cidade de Música"

Em 1982, fundou a Orquestra Clássica do Porto, a convite do então secretário de Estado da Cultura, Pedro Santana Lopes.

Em 1983, publicou o seu primeiro livro, "A Cassete Azul". Sob o patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura iniciou, em 1994, a antologia discográfica "Cinco Séculos de Música Portuguesa", tendo publicado cerca de 30 títulos.”