leclerc.jpg
iesfafe-01.jpg
Image1.jpg
LOGO ERA SITE.jpg
LOGO ACR SITE.jpg
LOGO SITE.png
municipio%20frafe%2008_edited.jpg
logo_Hermotor Quadrado preto.png
VACINAS SITE.jpg
INTERMARCHE LOGO SITE.jpg
Logo JP 2020.jpg
logo faftir site.jpg
  • Armando César

Portagens na A7 sem direito a desconto

A partir desta quinta-feira, 1 de julho, algumas portagens vão ter redução no preço, que em alguns casos atingem os 50%. Estes descontos foram aprovados no parlamento, no âmbito do orçamento de estado. No caso da A7, a autoestrada que serve Fafe, a via não foi contemplada com qualquer redução de preço para nela transitar.

As taxas de portagem são assim reduzidas para cerca de metade em cada passagem nos lanços e sublanços de antigas Scut, nomeadamente A22-Algarve; A23-IP; A23-Beira Interior; A24-Interior Norte; A25-Beiras Litoral e Alta; A28-Norte Litoral; Concessões do Grande Porto (A41, A42) e de Costa da Prata.

Para além destas reduções, o Governo determina ainda que:

  • As “taxas de portagens para veículos das classes 1, 2, 3 e 4 praticadas nos lanços e sublanços das autoestradas A4 – Túnel do Marão e A4 – Vila Real-Bragança (Quintanilha) são reduzidas em 15%, sem prejuízo dos arredondamentos a que haja lugar nos termos da legislação em vigor, mantendo-se o benefício atualmente em vigor”;

  • “Nos lanços e sublanços das autoestradas A4 – Túnel do Marão, A4 – Vila Real-Bragança (Quintanilha), A13 – Atalaia (A23)/Coimbra Sul e A13-1 se aplica um regime de desconto de quantidade, para os veículos das classes 1 e 2, em função da frequência de utilização de autoestradas destes lanços e sublanços, bem como um regime de modulação do valor de taxas de portagens para veículos das classes 2, 3 e 4 afetos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros, a regulamentar por portaria dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Finanças, das Infraestruturas e da Coesão Territorial, mantendo-se os benefícios atualmente em vigor”.

Para mais tarde fica também a redução para viaturas elétricas, de cerca de 75%, que não entra hoje em vigor por dificuldades técnicas.


Fotografia: O Minho